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O quanto de presença tem existido na sua relação com você mesma?


Quanto mais estivermos conectadas ao que sentimos e pensamos, mais podemos confiar e cultivar essa relação com compreensão, assertividade e respeito.


O quanto de presença tem existido na sua relação com você mesma?


Te questiono isso hoje, mas sem cobranças ok?


Até porque, entendo que talvez esteja tão difícil e corrido por aí que não sobre tempo para isso.


Ou talvez que essa relação seja tão complicada a ponto de não parecer valer a pena ter esse cuidado, quase como uma companhia que você prefere nem ter por perto.


Entendo também que possam ter tantas críticas, exaustões, culpas e cobranças que essa presença se torna dolorida e o que fica é a vontade de fugir dos seus próprios pensamentos.


Eu não acredito na existência de um processo que seja tão estável a ponto de oferecer total plenitude. Buscar tal constância me parece ser cruel e rígido demais. Nossos processos são instáveis mesmo e é preciso muita flexibilidade para lidar com eles.


Mas é importante ter atenção para que essa relação não seja totalmente negligenciada e se torne um adoecimento. Lembre-se que esse cuidado não precisa acontecer após vários limites serem ultrapassados ou após não sobrar mais tempo para respirar, ok?


Buscar por plenitude nesse processo pode ser cruel, mas abandonar sua presença, esse tempo a sós com você, com seu corpo, com suas vontades e com seus sentimentos também pode acabar sendo.


Olhar para si com carinho não é só importante, mas necessário. Por isso, tente observar sua jornada, seus desejos, questões e demandas, tendo consideração pelo seu caminho e acolhendo suas experiências.


Quanto mais estivermos conectadas ao que sentimos e pensamos, mais podemos confiar e cultivar essa relação com compreensão, assertividade e respeito.


Trabalhar e desenvolver esse olhar de cuidado apesar das inconstâncias, requer coragem e paciência, mas é um ‘não desistir de si mesma’ que vale a pena ✨ se cuide!



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